História

A ilha foi descoberta pelos europeus em 1º de novembro de 1501 por Américo Vespúcio, juntamente com a Baía de Todos os Santos. Porém a ilha já era ocupada por índios tupinambás. Em 1510 chegou à cidade o navegador português Diogo Álvares Corrêa, que foi chamado pelas tribos como Caramuru. Foi por aqui que ele conheceu Catarina Paraguaçu, filha do Cacique Taparica, e se casaram.
No entanto, a ocupação europeia deu-se a partir de um pequeno núcleo fundado por jesuítas na contra-costa em 1560, onde está localizada a vila de Baiacu, antes chamada de Vila do Senhor da Vera Cruz. Nesse período, foi nela iniciada a plantação de cana-de-açúcar, assim como a cultura do trigo, tendo recebido os primeiros exemplares de gado bovino da região. Foi ainda em Baiacu que aqueles religiosos fizeram erguer a primeira obra de engenharia hidráulica da colônia: uma barragem para o suprimento de água potável e para os serviços da povoação. Foi nesta mesma época que foi erguida a primeira igreja da ilha, a segunda matriz, sob as bençãos de Nosso Senhor de Vera Cruz.
A riqueza gerada nesse curto espaço de tempo levou a que Corsários ingleses atacassem a ilha já em 1597. Entre os anos de 1600 e 1647, foi invadida pelos holandeses. Durante a última destas invasões, os holandeses chegaram a construir um forte na cidade de Itaparica denominado Forte de São Lourenço.

 

A Ilha de Itaparica foi palco de importante batalha durante as lutas de Independência da Bahia, entre 1821 e 1823.

Também foi na ilha que se assentou a primeira máquina a vapor em terras brasileiras, no engenho de Ingá-Açu.

A ilha de Itaparica foi emancipada de Salvador em 8 de agosto de 1833 e elevada a cidade em 30 de julho de 1962. Posteriormente, o município foi desmembrado em dois: o de Itaparica e o de Vera Cruz.

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